01 fevereiro, 2011

"Um novo mundo" - Eckhart Tolle

Em 2008 a minha cunhada, Fandy, falou-me deste livro. O seu entusiasmo foi tanto, que me levou a comprá-lo, lê-lo, anotá-lo e guardá-lo, na estante dos livros a que volto com alguma regularidade.

“A vida é sempre agora. Toda a nossa vida se desenrola neste constante Agora. Até os momentos passados ou futuros só existem se nos lembrarmos deles ou se os anteciparmos, e fazemo-lo pensando neles no único momento que existe: o momento presente.
O momento presente é útil como um meio para atingir um fim. Conduz-nos a um momento futuro que é considerado mais importante, apesar de o futuro nunca existir a não ser na forma do momento presente, não passando, por isso, de um pensamento na nossa cabeça. Por outras palavras, nunca estamos plenamente aqui porque estamos sempre ocupados a tentar chegar a outro sítio.”

“Quando você começa a pensar que conseguiu atingir o seu objectivo ou que pertence aqui, o movimento de retorno inicia-se. Talvez as pessoas que lhe são próximas comecem a morrer, pessoas que faziam parte do seu mundo. Depois, a sua forma física enfraquece; a sua esfera de influência diminui. Em vez de se tornar mais, você torna-se agora menos… O seu mundo começa a contrair-se e você pode pensar que já não controla as coisas. Em vez de agir sobre a vida, é a vida que agora age sobre si, reduzindo lentamente o seu mundo. A consciência que se identifica com a forma está agora a viver o seu ocaso, a dissolução da forma. É então que, um dia, também você desaparece.
A vida de cada pessoa representa um mundo, uma forma única de experiência… e quando essa forma se dissolve há um mundo que chega ao fim – um entre inúmeros mundos."

Um novo mundo, de Eckhart Tolle
Pergaminho, 2006
259 págs.

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