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25 novembro, 2020

... e para beber, ein bier ou um Roséwein transmontano?













 



Viagem à Alemanha (Frankfurt, Heidelberg, Wurzburgo, Leipzig, Dresdner, Berlim, Postdam, Lübeck, Bremen, Hildesheim, Goslar, Colónia, Koblenz, Vale do Reno), em 2017.
Desta viagem extraordinária tenho várias centenas de fotografias para seleccionar, identificar e publicar, no blogue "Fugas Reveladas". Haja vontade e paciência!

16 novembro, 2020

Sou Dragão, no zodíaco chinês!


Sou do signo Virgem e DRAGÃO no zodíaco chinês.
Dizem os entendidos neste assunto (sinceramente, não me interessa por aí além mas respeito quem muito se interessa) que Dragão é um dos signos mais fortes e afortunados do Zodíaco chinês. Hum, hum!!!
Estes dois dragões foram comprados no país do sol nascente, com a promessa (do vendedor) de muita saúde, luz e serenidade, tudo o que necessito para levar a vida sorrindo.
Confesso que gosto de os olhar, apesar do sobressalto que sempre me causam os seus dentes afiados.


E você, sabe qual é o seu signo? Se não sabe procure aqui: https://www.horoscopochines.net/
Se pretender saber mais sobre o zodíaco chinês, leia aqui: Wikipédia

(Cá em casa eu sou Dragão e o maridão é Rato. Não queira saber o rebuliço que para aqui vai!)






Viagem à China (Pequim, Xi'an, Xangai, Cantão, Guanzhou, Hong Kong, Macau), em 2006.

10 novembro, 2020

"há praias onde vale a pena morrer" (*)






















(*) Frase retirada do romance "O gesto que fazemos para proteger a cabeça" , de Ana Margarida de Carvalho.


Viagem à Jamaica (ClubHotel Riu Ocho Rios), em 2012.
Na terceira maior ilha do Caribe as praias têm um colorido estonteante: areia fina e branca, mar azul-turquesa cristalino, palmeiras verdes manchadas de amarelo. 
Praias inesquecíveis, lugares onde vale a pena... voltar!

20 outubro, 2020

Versos (soltos) do poeta açoriano Antero de Quental




A tristeza do tempo... a dor dos séculos, 
Que vão, como gemidos, 
Caindo e arrastando homens e coisas... 
Não se sabe a que abismo!

O vós! - se ides em busca da Verdade! 
Olhai bem..., que essa mão, que assim vos leva, 
Bem pode ser que seja toda treva, 
Quando se aclama toda claridade!

Suspende a minha vida dos teus olhos,
Senão deixo-a cair!

Eu quero imenso horizonte
Para poder delirar!

Aquelas nuvens que vemos,
Esses poemas aéreos,
São sonhos que nós temos,
Nossos íntimos mistérios!
São espelhos flutuantes
Das nossas dores constantes
Aquelas nuvens que vemos...

O amor! Que imenso mar!


Antero de Quental, de seu nome completo Antero Tarquínio de Quental, nasceu em Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel - Açores, em Abril de 1842. 
Foi poeta, filósofo, político e dedicou-se à reflexão dos grandes problemas filosóficos e sociais do seu tempo. Líder intelectual do Realismo em Portugal, contribuiu para a implantação das ideias renovadoras da Geração de 70, um movimento académico de Coimbra que revolucionou várias dimensões da cultura portuguesa, da política à literatura. 
Suicidou-se com dois tiros em Setembro de 1891, num banco junto ao Convento de Nossa Senhora da Esperança, na cidade onde nasceu.
Mais sobre a vida e obra, aqui.


Versos retirados dos livros: "Primaveras Românticas" e "Odes Modernas".)
Viagem aos Açores (São Miguel, Terceira, Pico, Faial), em Setembro 2019.

28 julho, 2020

PORTUGAL (Vilamoura / Algarve) - férias em tempo de pandemia Covid 19


Primeira quinzena de Julho, 2020. Férias em Vilamoura / Algarve.
Alojamento no hotel Vila Galé Ampalius, com localização privilegiada frente à praia da Falésia, a poucos metros do Casino e da Marina de Vilamoura.
Hotel com taxa de ocupação limitada para garantia da distância social e protecção de hóspedes e colaboradores. Nada, mesmo nada a apontar quanto a segurança. Claro que estranhei alguns procedimentos. Claro que não vi o rosto de nenhum dos colaboradores do hotel. Sempre de máscaras. Hóspedes e colaboradores. Acontece que os hóspedes tiravam a máscara para comer e mergulhar nas piscinas, os colaboradores, nunca!
Praia da Falésia, a dois passos do hotel, quase sem banhistas. Acreditem, não gostei de olhar/caminhar/mergulhar numa praia deserta em pleno verão.
Marina de Vilamoura, vazia de pessoas (de dia e de noite, coisa estranhíssima!), mas não de «barquinhos». Zona de muitos restaurantes, eram poucos os que estavam abertos,  e pouquíssimos os clientes. 
Casino... não sei se funcionava. Passei ao lado!
Foram diferentes estas férias. 
Sem a diversão habitual no hotel,  sem buffet de pequeno-almoço, que eu amo de paixão mas acabo por comer sempre o mesmo: fruta e cereais...
Sem saída à noite para outras zonas do Algarve.
Desta vez, talvez pela primeira vez, mergulhei mais na água doce do que na água salgada.
E nadei, nadei, nadei, e li, li, li. Deitada numa espreguiçadeira esmeradamente higienizada, eu li muito. E bronzeei, claro!
(mais fotos deste e de outros sítio algarvios por onde já andei, aqui)