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31 dezembro, 2016

A todos... um EXCELENTE 2017!


“… faz a ti próprio a seguinte pergunta: «Que faria eu hoje, se este fosse o último dia da minha vida?» O truque é ir mesmo ao fundo da questão. Elabora uma lista mental de todas as coisas que farias, das pessoas a quem telefonarias e dos momentos que te dariam prazer. Imagina-te a fazer estas coisas com grande energia. Visualiza como é que tratarias a tua família e os teus amigos. Imagina inclusivamente como tratarias perfeitos desconhecidos, se hoje fosse o teu último dia à face da terra.
... quando vives cada dia como se fosse o último, a tua vida ganha proporções mágicas. Começa a viver cada dia como se fosse o último. A começar já hoje, aprende mais, ri mais e faz o que realmente gostas de fazer. 

Ler durante trinta minutos por dia fará maravilhas por ti. (…)Não leias à toa. Deves ser muito selectivo quanto ao que cultivas no jardim fértil da tua mente.(...) para tirares o máximo partido de um grande livro, tens de estudá-lo e não apenas lê-lo.

Rir é o melhor remédio para a alma. Mesmo que não tenhas vontade, vê-te ao espelho e ri-te durante uns minutinhos. Vais ver que te sentes fantástico. Portanto, começa o teu dia de uma maneira deliciosa. Ri-te…"

FELIZ ANO NOVO
Leiam e riam.
Muito!

Tirei daqui: “O monge que vendeu o seu Ferrari”, de Robin S. Sharma, Ed. Pergaminho, 2004
Foto da net.

27 abril, 2011

"O Monge que vendeu o seu Ferrari" - Robin S. Sharma



Nunca tenhas medo de perguntar seja o que for, por mais básico que te pareça. As perguntas são a maneira mais eficaz de atrair o conhecimento.
Diz a sinopse:
"Julian Mantle é um modelo de sucesso: um advogado de renome, duro, dinâmico e viciado no trabalho. Devido ao seu estilo de vida cheio de stress, preocupações e desequilíbrios, acaba por sofrer um enfarte. Esta crise leva-o a encarar a sua própria espiritualidade e a tomar uma decisão evolucionária: vender todos os seus bens e partir numa viagem de auto descoberta. Em busca de respostas às grandes questões da vida, descobre um modo de vida mais liberto, bem como formas de desenvolver todo o seu potencial e viver com paixão, determinação e paz.”.

O fracasso, seja de natureza pessoal, profissional ou espiritual, é essencial para a expansão pessoal. Permite o crescimento interior.

A única coisa que impede as pessoas de conquistarem os seus sonhos é o medo do fracasso. E, no entanto, o fracasso é essencial para o sucesso em qualquer área. O fracasso põe-nos à prova e permite-nos crescer. Oferece-nos lições e orienta-nos no caminho do esclarecimento.

Em 2006, passei por um período menos agradável na minha vida profissional. Tudo corria mal e isso interferia com a minha vida pessoal. Estava mesmo “em baixo”.
De férias em S. Tomé e Príncipe, em Abril desse ano, alguém me aconselhou a leitura deste livro. Na altura não liguei muito à sugestão pois o calor e os banhos de mar em águas límpidas e cálidas faziam esquecer os dissabores da vida. Mas o que é bom acaba depressa e havia que voltar e enfrentar os problemas adiados. 
Ora, um dia vi o livro numa livraria, recordei a conversa e comprei-o. E li-o de um fôlego. E sublinhei-o quase todo. E tenho-o sempre à mão. E falei nele a todas as minhas amigas. E procurei viver a vida com mais alegria e satisfação.
Consegui? Bem…

O Monge que vendeu o seu Ferrari, de Robin S. Sharma
Pergaminho, 2004
197 págs.