27 abril, 2011
Li e sublinhei... Isabel Allende
• “As fotografias enganam o tempo, suspendendo-o num pedaço de papel onde não cabe a alma”.
• “O amor salva-nos da solidão, a pior condenação da velhice”.
20 abril, 2011
Pétalas de sabedoria...
• Lê o que escreveste e cada vez que encontrares um trecho que te pareça particularmente belo, rasura-o.
• É a escrever mal que se aprende a escrever bem.
• É preciso folhear meia biblioteca para fazer um livro.
Samuel Johnson
Escritor e pensador inglês (1709-1784)
19 abril, 2011
"Na minha morte" - William Faulkner
O meu pai dizia que a razão para viver é prepararmo-nos para ficar mortos.
Na minha morte, de William Faulkner (1897-1962), Prémio Nobel da Literatura, 1949.
Sinopse: “Na minha morte” é a história às vezes cómica, às vezes grotesca, do esforço decidido de uma humilde família rural para cumprir a promessa que o pai fez à esposa moribunda: Addie Bundren deseja ser enterrada junto à sua família, na cidade de Jefferson, a cerca de oitenta quilómetros do sítio onde moram. Esta viagem, atrasada pelas inundações e pelo fogo e seguida por uma crescente nuvem de moscardos, demora nove dias. Durante toda a sua absurda e quixotesca prova, os membros da família demonstram um profundo respeito pelo desejo da mãe, mas também eles têm os seus próprios desejos e talvez os possam satisfazer nesta oportunidade de visita à cidade”.
Linda, lindo, lindo.
Triste, muito triste, este retrato profundo sobre a pobreza, a perda, a dor e as relações familiares.
O autor recorre ao monólogo interior de 15 narradores, para conseguir diferentes pontos de vista da história desta família, no período de doença da mãe, na sua morte e na atribulada viagem, para ela “repousar entre a sua gente”.
São 59 pequenos capítulos, intensos e, por vezes, absurdos: "A minha mãe é um peixe".
Cada capítulo está identificado com o nome do narrador.
Addie, a mãe, tem um único capítulo, onde, já morta, confidencia segredos e pecados.
Há livros que retemos para sempre na nossa memória.
Este é um deles.
Na minha morte, de William Faulkner (1897-1962), Prémio Nobel da Literatura, 1949.
Dom Quixote, 2004
Tradução de Ana Maria Chaves
208 págs.
18 abril, 2011
Maratona de leituras de um só autor
Pronto, já decidi.
No próximo mês - Maio - vou fazer uma maratona de leituras exclusivas de um dos meus autores preferidos: Philip Roth.
Aproveitando a chegada às livrarias do novo livro - A HUMILHAÇÃO - vou seleccionar ao acaso e reler outras obras do autor.
Reler é mais fácil e rápido, mas o prazer será certamente maior porque: já nos perdemos no texto, já o percebemos, já o sublinhámos, já conhecemos o final da história.
A ideia desta maratona é recordar óptimas leituras e deixar aqui os meus comentários.
Será tolice?
Vou aventurar-me!
16 abril, 2011
Li e sublinhei... Debbie Ford
• “O melhor ano da sua vida é ser uma inspiração para si próprio, amando a pessoa que é e as escolhas que faz. É fazer as pazes com o passado, para criar um futuro que não tem nada a ver com aquilo que já viveu. É viver cada dia enraizado na realidade, com paixão e entusiasmo pela vida e inspirando os outros a fazer o mesmo”.
• “Se acha que a sua insegurança o fez encalhar, escolha a confiança como qualidade a desenvolver e alimentar, numa base diária”.
14 abril, 2011
Pétalas de sabedoria...
Quem quer que tenha dito que o dinheiro não pode comprar a felicidade não sabia onde ir às compras.
Gertrude Stein
Escritora norte-americana (1874-1946)
13 abril, 2011
Li e sublinhei... Carlos Ruiz Zafón
• “Ele costumava dizer que existimos enquanto alguém nos recorda”.
• “Alguém disse uma vez que no momento em que paramos a pensar se gostamos de alguém, já deixamos de gostar dessa pessoa para sempre”.
• “O dinheiro é como qualquer outro vírus: uma vez podre a alma que o alberga, parte à procura de sangue fresco”.
• “O destino costuma estar ao virar da esquina. Como se fosse um gatuno, uma rameira ou um vendedor de lotaria: as suas três encarnações mais batidas. Mas o que não faz é visitas ao domicílio. É preciso ir atrás dele”.
• “Quem ama de verdade ama em silêncio, com actos e nunca com palavras”.
• “O tempo passa tanto mais depressa quanto mais vazio está”.
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